A União Europeia está a caminho, nesta semana, de um acordo sobre a Lei IA, texto que regulamenta a inteligência artificial.

Um projeto europeu que, se estiver alinhado com as perspectivas da IA geral, oferecerá oportunidades às empresas, segundo Vincent Luciani, PDG e cofundador do’Artefact.

Uma estreia mundial. O Conselho da União Europeia, que reúne os ministros dos 27 Estados membros da UE, chegou a um acordo no dia 2 de fevereiro sobre a regulamentação da inteligência artificial (IA). O texto, batizado de «AI Act», visa a incentivar o desenvolvimento e a utilização da inteligência artificial e faz parte do um acordo político que surgiu em dezembro entre os negociadores do Conselho, da Comissão Europeia e do Parlamento Europeu. Uma votação formal dos eurodeputados deverá ocorrer no final de junho, antes da entrada em vigor prevista para daqui a dois anos.

Em primeiro lugar, essa regulação será proporcional ao nível de risco da IA. Para as IA «clássicas» (prédicas, de tratamento da imagem, da voz, etc.), essa regulação é proporcional ao nível de risco. Os usos mais perigosos, como le crédit social chinois, serão proibidos. De même, les dispositifs de surveillance ou d'identification biométrique seront limités à quelques exceptions de sécurité, tandis que les usages dits « à haut risque » (santé, éducation, démocratie, droits fondamentaux) devront être contrôlés par un humain.

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