Sobre Jean-François Mazaud: Atualmente, COO da França e Managing Director no Morgan Stanley, ele conduz a estratégia operacional e a inovação, com uma sólida experiência em transformação e gerenciamento bancário.
Sobre Morgan Stanley: Líder global em serviços financeiros, oferecendo serviços bancários de investimento, títulos, gestão de patrimônio e gestão de investimentos.
Como o Morgan Stanley define e utiliza a IA atualmente?
Jean-François Mazaud: Define a IA não apenas como uma ferramenta, mas como um “catalisador essencial para o crescimento, a inovação e a centralização no cliente”. Ele revela uma taxa de penetração excepcionalmente alta, afirmando que 98% dos funcionários usam atualmente pelo menos uma ferramenta de IA. A empresa está “obcecada” com a transmissão eficaz dessas técnicas aos parceiros e partes interessadas para manter sua vantagem competitiva em um mercado em rápida evolução.
Como o senhor aborda a preocupação de que a IA substituirá os empregos?
Jean-François Mazaud: Reformula a questão de substituição para aumento, enfatizando que a IA aumenta a capacidade sem sacrificar o “poder de raciocínio”. Ele argumenta que os futuros vencedores serão aqueles que dominarem a ferramenta e, ao mesmo tempo, mantiverem habilidades de raciocínio superiores. A estratégia é “impulsionar os negócios de forma inteligente”, em que talentos qualificados são selecionados e treinados para aproveitar a tecnologia para obter eficiência, garantindo que a supervisão humana permaneça central.
Como executivo sênior, como o senhor adota pessoalmente a IA em seu fluxo de trabalho diário?
Jean-François Mazaud: Usa a IA principalmente para agilizar a comunicação e eliminar o “ruído organizacional”, garantindo que ele chegue às contrapartes da maneira mais rápida e ideal. Seus principais casos de uso incluem a preparação de reuniões, o resumo e a recuperação acelerada de informações para ser “mais inteligente” nas interações. Ele enfatiza que a falta de experiência em engenharia não é uma barreira para a adoção e que a gerência deve “liderar pelo exemplo” para promover a cultura.
Qual é o papel da força-tarefa local de IA na França?
Jean-François Mazaud: Usa a IA principalmente para agilizar a comunicação e eliminar o “ruído organizacional”, garantindo que ele chegue às contrapartes da maneira mais rápida e ideal. Seus principais casos de uso incluem a preparação de reuniões, o resumo e a recuperação acelerada de informações para ser “mais inteligente” nas interações. Ele enfatiza que a falta de experiência em engenharia não é uma barreira para a adoção e que a gerência deve “liderar pelo exemplo” para promover a cultura.
Qual é a perspectiva final do senhor sobre a IA na França?
Jean-François Mazaud: Expressa orgulho pela adoção “tranquila” e positiva da IA pelos funcionários franceses, especialmente em relação às ferramentas de conversação. Ele posiciona a França como um ator-chave no cenário global de IA, citando a qualidade excepcional dos cientistas locais e o alto nível de inovação, que a Morgan Stanley France pretende mostrar às partes interessadas globais.
A França como um centro estratégico: A natureza de conversação da IA de última geração se encaixa nos pontos fortes da França em inovação científica, posicionando a região como um centro de excelência para a empresa.

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