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Reinventando as interações digitais com o AI com o ABN AMRO

A estratégia deve rejeitar um puro "impulso tecnológico" e se concentrar inteiramente no impacto sobre o cliente. Dentro de 3 a 5 anos, projeta-se que mais de 50% dos clientes possuirão seus próprios agentes intermediários de IA para auxiliar nas decisões de compra e nas escolhas financeiras. Isso muda o paradigma bancário: o banco não deve apenas comercializar para humanos, mas garantir que seus serviços possam ser descobertos e selecionados por esses agentes do lado do cliente. O desafio está na criação de uma infraestrutura em que os sistemas do banco possam interagir perfeitamente com esses intermediários digitais pessoais.

AI & Trust: Construindo as finanças do futuro com o BNP PARIBAS

A motivação tem a ver com eficiência, escopo e capacidade. A IA permite que os bancos executem as tarefas existentes com mais rapidez, cubram um espectro mais amplo de riscos (cobrindo os riscos A, B e C em vez de apenas A) e realizem tarefas anteriormente impossíveis, como a análise de volumes maciços de documentos para análise de sentimentos em pesquisas de ações.

A estratégia orientada pelo AI com a CNP ASSURANCES

A CNP Assurances opera como líder internacional principalmente na Europa e na América Latina, ocupando a posição de segunda maior seguradora de credores a prazo na França e a terceira maior seguradora no Brasil. A empresa funciona em um modelo B2B2C robusto, mantendo acordos de longo prazo com os principais parceiros bancários, como La Banque Postale e Caixa Econômica Federal, além de utilizar modelos abertos com varejistas e corretores. Financeiramente, o grupo gera um resultado líquido de 1,5 bilhão de euros e é reconhecido por seu compromisso com o ESG, classificado entre as 9% principais empresas sustentáveis do mundo.

Assegurando o futuro com o AI com AGEAS

No Adopt AI, ele explorará como a inovação e o artificial intelligence estão transformando o setor de seguros. A IA permite que as seguradoras ofereçam proteção mais personalizada e sustentável com base em percepções mais profundas dos clientes.

Comércio agênico: dos casos de uso do AI à reinvenção de ponta a ponta. Você está pronto?

Na recente Cúpula de Varejo do TCG, Edouard de Mézerac se propôs a eliminar o ruído em torno do AI. Sua mensagem: a era dos casos de uso dispersos acabou. O que vem a seguir é algo muito mais estrutural e muito mais exigente. Durante anos, as empresas fizeram experiências com o AI em bolsões isolados descritos como “pontos de cor” em toda a organização. Útil, talvez. Transformador? Não exatamente. Agora, o terreno está mudando. O AI autêntico não se trata de adicionar outra camada de tecnologia. Trata-se de repensar como o trabalho é feito, de ponta a ponta.

Como os assistentes de saúde AI (e o GEO) transformarão a experiência dos pacientes e dos profissionais de saúde, e o que as empresas farmacêuticas precisam fazer para participar ativamente dessa transformação

Um paciente acorda com dores recorrentes nas costas e pergunta a um assistente do AI o que fazer. O aplicativo verifica seu histórico, registra uma prescrição anterior e sugere a troca por um anti-inflamatório diferente. Sua molécula não é mencionada. Quando o paciente vai ao médico naquela tarde para pedir uma receita, o enquadramento já está definido.

O AI está realmente ficando mais barato? A ilusão do custo do token

Imagine um CFO analisando os gastos trimestrais de cloud. A equipe de AI apresenta um gráfico convincente: os custos de inferência por token caíram 75% ano a ano. Os modelos são mais rápidos, as APIs são mais baratas e o fornecedor está oferecendo descontos por volume. Tudo aponta para a economia. Então, chega a fatura real e o total é maior que o do último trimestre.

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